quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Animação Scratch e História em Quadrinhos


A Animação feita no Scratch (Toponímias Capixabas) já está pronta: http://scratch.mit.edu/projects/26715358/ e foi feita pelo colega Rafael Justino. A História em Quadrinhos com  o tema "Convento da Penha", utilizando o software Hagáque - foi feita pela colega Simone. 


Experiência na produção de um Projeto de Aprendizagem: caminhos trilhados...



Experiência na produção de um Projeto de Aprendizagem: caminhos trilhados...

Para descrever o processo de articulação, criação e desenvolvimento, do Projeto de Aprendizagem (PA) é preciso que o leitor estabeleça comigo, no sentido metafórico, uma viagem.

Neste percurso é preciso sinalizar o ponto de partida, minha formação acadêmica, Letras-Português, que se relaciona com as outras áreas do conhecimento, seja na capacidade dos diálogos, das inter-relações e outras.

Acrescentado a este pressuposto, há o meu fascínio em interagir com as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC’s), reconhecendo nelas o potencial de articulações e promoção de aprendizados que tenham sentido às diferentes gerações. Daí minha escolha em atuar na função de professora de laboratório de informática na PMV.

Conviver com diferentes estudantes que de alguma maneira, são excluídos nas proposições de qualidade de vida, sobretudo, financeira, não os fazem de modo generalizado, excluídos sociodigitalmente. Afirmar isso, sem dúvida é colocar-me no processo de inclusão para esses estudantes, compreendendo que a escola nem sempre será a garantia de visibilidade social – profissional, mas uma alternativa para que todos sejam potencializados na criatividade – autonomia- versatilidade – com espírito colaborativo.

E qual a relação desse contexto educacional com os caminhos trilhados no Projeto de Aprendizagem (PA)?

A relação se dá ao pensarmos o PA enquanto proposta de ensino-aprendizagem, com uso de uma metodologia de pesquisa, que tenha como foco um currículo que dialogue com o contexto histórico-cultural dos estudantes, sem perder de vista os conceitos que fazem parte do currículo científico no tempo secular.

Para trilhar a caminhada desse PA, na experiência de ser a coordenadora do grupo, foi possível constituir o diálogo a partir das experiências sobre determinado tema, ora já pensado, sobretudo, tendo como foco, um estudante que percebe a escola, muitas vezes, sendo um lugar menos interessante, daí o desafio para construir didaticamente um conteúdo que despertasse interesse, problematizasse respostas.

À medida que o tema focal “A História do Espírito Santo” foi escolhido, exigiu de nós (grupo) mediado por mim, definir quais questões deveríamos abordar nesse vasto tema, bem como, a partir dos recursos utilizados durante o curso do IFES, quais seriam os mais apropriados para o tipo de reflexão que  estávamos propostos a instigar em nossos estudantes. Assim, dentre muitos, escolhemos a animação do Scratch; a história em quadrinhos do HágaQuê; a edição de vídeos do Movie Maker; a elaboração de um folder no Publisher e/ou no BrOffice Whiter, a produção de um mapa conceitual que representasse todo o nosso tema, enriquecido com diversos recursos (textos, imagens etc), além de vídeos, músicas, pesquisas na internet.

O grupo de trabalho que é composto por seis profissionais da educação, sendo quatro deles atuantes em escolas, concentrou esforços na escolha dos recursos tecnológicos a fim de qualificar as outras ações pedagógicas também definidas para compor nosso Projeto de Aprendizagem.

Durante a “caminhada” percebíamos a necessidade de garantir o princípio do trabalho colaborativo, da postura de pesquisa e diálogos, bem como a colaboração para elaborar o PA com o objetivo de consolidar aprendizados significativos aos diferentes estudantes.

O caminho não finalizou. Certamente esta experiência tão exitosa, potencializou em mim e nos demais colegas o desejo de sair do lugar comum, fazer o contra movimento de um currículo estéril – conteudista, bem como multiplicar este modo de construir outros conhecimentos, não só na área profissional.

Para quem ainda não teve essa experiência, concentre esforços para a realização de um PA,  e fica aqui a dica: inicie, permita construir seus caminhos e faça a escola ter outro significado aos estudantes do século XXI.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

MAPA CONCEITUAL


  
Apesar de conhecer os mapas conceituais, há muito tempo não trabalhava com eles. A experiência foi muito gratificante, pois você vê consolidar ali os seus pensamentos, dentro de um encadeamento lógico.
                 
Vivenciei algumas dúvidas, mas com o auxílio do material proposto e, também, de outros materiais consegui executar a tarefa.

A questão focal que trabalhei é “Qual é a constituição dos Gêneros Textuais?”, que vem a ser o assunto da minha Dissertação de Mestrado na Área de Linguagens do PPGE da UFES.